A minha Lista de blogues

quinta-feira, dezembro 6

Poema de Natal




Conto de Natal
Já a tarde estava a findar, quando se viu uma luz ténue e serena lá entrar. Todos ficaram em silêncio, a espreitar para que lado iria virar, se para os santos no altar, ou para o Cristo de braços abertos para a humanidade abraçar, ou se nas flores que estavam a enfeitar. Mas não, foi poisar-se quem olha de frente,  ao lado esquerdo do altar. Aí se foi abrigar, a luz doce de Natal.

Carta ao Menino jesus

Ó meu menino Jesus
Tu a todos nos seduz
Todos os dias do ano
Haja verdade ou engano
Vens trazer-nos Tua luz.

 Mesmo que o sol não desça
Os frios mil tormentos teça
Sempre te hei-de esperar
Ó meu menino Jesus
Junto à fogueira no lar

 No Natal, menino Jesus
Sempre foste especial
Gostas de nos ver unidos
À mesa comendo mexidos
Ou na Igreja reunidos

 Bem sabemos
Meu Jesus e bom amigo
Deixam-te o coração ferido
Os mendigos nos abrigos
Os nas guerras envolvidos
Ou nos hospitais doridos

Por hoje,
Não sei mais que Te dizer
Por tudo muito agradeço
Meu menino e bom Jesus

Vem alegrar meu viver

FilomenaMagalhães



domingo, dezembro 2

ADVENTO

Vem, Senhor Jesus!

domingo, novembro 18

Uma guitarra e dez canções de amor

 
Vânia Fernandes, presença graciosa, com sua voz cristalina, foi facil nos alegrar
António Côrte-Real, na guitarra, bem a soube acompanhar  
Sentimos ondas luminosas ao nosso coração chegar, quando Pedro Giestas, a voz dos nossos poetas estava a entoar 
Com o coro de pais da Academia de Fafe a participar
O amor tecido nas palavras, em timbres melodiosos
Ao nosso Teatro Cinema fomos celebrar.


quinta-feira, novembro 1

Caminhos de eternidade

Com as campas lavadas a primor, velas e flores a enfeitar, para os fornelenses foi dia do cemitério visitar e seus santos recordar. Com devoção entoaram, orações e cânticos de louvor, para oshomenagear, aqueles que foram habitar, em outra dimensão em outro lugar, que não conhecemos, mas podemos imaginar. Assim, de forma singela, simples mas bela, sabemos que os estamos alegrar, aos que saíram do nosso convívio para não mais voltar. Contudo, para não nos esquecer, e de nós junto do Pai interceder, levaram a certeza, de que, no nosso coração, nas nossas lembranças, para sempre vão viver.
F. M

 
 

 

quarta-feira, outubro 10

Chove no outono do nosso desencanto


Fiquei na varanda sem ninguém me ver
A ouvir chover
Com a alma a doer
Senti saudade de ouvir

A água no pátio a bater
O pingante por entre a telha a escorrer
Antes de conhecer
Quem tanto mal me iria trazer  
Por sentir paixão que é perdição
Ao invés de amor que é compaixão
Depois ter de sobreviver
Ser obrigada a entender
Se chove uma noite inteira
Raia o sol ao amanhecer
Nada dura para sempre nem sequer a dor
Com a graça de Deus Pai Nosso Senhor  
Senhor Deus do Universo que é Amor
Peço perdão por tudo que digo e faço sob o domínio da dor.
F.M.

segunda-feira, setembro 10


Senhor, que estais no cimo do monte
na brisa e na fonte
protejei o meu caminho
alargai meu horizonte

quarta-feira, setembro 5

À espera de um milagre

Michael Clarke Duncan  10 de dezembro de 1957 - 3 de setembro de 2012


À espera de um milagre

Um dos muitos filmes que gostei de ver