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terça-feira, agosto 9

SANTA TERESA BENEDITA DA CRUZ (EDITH STEIN)
A Igreja celebra hoje, dia 09 de Agosto, a Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), Padroeira da Europa.

Edith Stein nasceu em Breslau, na Alemanha, de pais judeus, em 12 de Outubro de 1891, última de onze irmãos. Judia de nascimento, nem por isso aderiu à fé judaica. Dizia-se agnóstica. Acompanhava, no entanto, a mãe à sinagoga, mais por delicadeza do que por convicção.

No Outono de 1921, na Baviera, veio-lhe ter às mãos o «Livro da Vida» de santa Teresa de Ávila. Leu-o todo numa noite, dizendo logo ter encontrado aí a verdade. Recebeu o Baptismo em 01 de Janeiro de 1922. Em 15 de Outubro de 1933, ingressou na ordem das Carmelitas Descalças, para grande desgosto dos seus pais e familiares. Adoptou então o nome, por ela escolhido, de Teresa Benedita da Cruz.

Mudou-se em 1938 para da Alemanha para a Holanda, para fugir à perseguição nazi contra os judeus. Mas foi presa em 02 de Agosto de 1942, e levada para o campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, para onde foi com o hábito Carmelita. Recebeu o número de prisioneira 44070. Foi morta a 09 de Agosto de 1942.

Em 01 de Maio de 1987, foi beatificada. Foi canonizada em 11 de Outubro de 1998. Em 01 de Outubro de 1999 foi declarada Padroeira da Europa.

segunda-feira, agosto 8

Ser Missionária

«Como o Pai me enviou, assim também Eu vos envio, diz o Senhor” (Jo 20,21)


A Igreja celebra hoje, dia 08 de Agosto, a Festa em honra de São Domingos de Gusmão. Fundador e Mestre Geral da Ordem dos Pregadores.


Hoje, conheci casualmente uma Irmã Missionaria Dominicana. A Irmã Maria Paula, consagrou a sua vida ao serviço das Missões à cerca de 50 anos.


Eu, queria saber, o que significa uma experiência tão enriquecedora na vida de uma pessoa. A Irmã Paula, satisfez a minha curiosidade. Conversamos, sobre as suas viagens e estadia em Angola e Moçambique. Dos serviços prestados, e dos motivos que a levaram a abraçar a vida de Missionaria. Contou-me, que da primeira vez que a superiora lhe comunicou, que precisava dos seus serviços em África, já ter na noite anterior, sonhado com a Missão. No sonho, transportava as malas porta fora, tanta era a sua vontade de partir.


domingo, agosto 7

XIX Domingo do Tempo Comum

Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. 27Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais».
Mateus 14, 22-33

O nosso Deus é cheio de bondade, e nós pomos n’Ele toda a nossa confiança, porque sabemos que nos ajuda sempre.

Eu confio no Senhor,a minha alma espera na sua palavra.
Salmo 129 (130)5

Naqueles dias, o profeta Elias chegou ao monte de Deus, o Horeb, e passou a noite numa gruta. O Senhor dirigiu-lhe a palavra, dizendo: «Sai e permanece no monte à espera do Senhor». Então, o Senhor passou. Diante d’Ele, uma forte rajada de vento fendia as montanhas e quebrava os rochedos; mas o Senhor não estava no vento.Depois do vento, sentiu-se um terramoto; mas o Senhor não estava no terramoto. Depois do terramoto, acendeu-se um fogo; mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo, ouviu-se uma ligeira brisa. Quando a ouviu, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e ficou à entrada da gruta.


1 Reis 19, 9.11-13


Procuremos o Senhor onde Ele nos fala


O Profeta Elias, não conseguiu ouvir o Senhor nos fenómenos mais agressivos da natureza. Só conseguiu ouvi-Lo através de uma suave brisa.


Também nós, devemos procurar o silencio, aquietar a mente e esperar que uma suave brisa invada o nosso coração.


Quando procurares Deus, procura-O no teu coração


É no silencio do coração que Deus fala
Madre Teresa


Aquilo que sei sobre as ciências divinas e as Sagradas Escrituras, aprendi-o nos campos e nos bosques. Não tive mestres para além das faias e dos carvalhos.
S. Bernardo


Não é o silêncio, a voz do Grande Espírito? Perguntou o Alce Negro.

quinta-feira, agosto 4

Hino ao Criador

Senhor, quão numerosas são as Vossas obras, todas elas são fruto da Vossa sabedoria!
A terra está cheia das Vossas criaturas.


Além o mar, grande e vasto, onde se agitam peixes sem numero com animais grandes e pequenos.
Por ele passam os navios , e o Leviatã que criastes para nele brincar.

Todos eles esperam de Vós que lhes deis de comer a seu tempo.
Vós dai-lhes e eles o recolhem, abris a Vossa mão e saciam-se de bens.


Se escondeis o Vosso rosto perturbam-se; se lhes retirais o seu alento, perecem , e voltam ao pó donde saíram.

Se lhe enviais o Vosso espírito voltam à vida, e renovais a face da terra.
A glória do Senhor seja para sempre; alegre-se o Senhor com as Suas obras!
SALMO 104(103)24-31

Foi no mar que aprendi o gosto da forma bela
Ao olhar sem fim o sucessivo
Inchar e desabar da vaga
A bela curva luzidia do seu dorso
O longo espraiar das mãos de espuma

Nele não oiço
nem o marulho de Cós nem o de Egina
Mas sim o cântico da longa vasta praia
Atlântica e sagrada
Onde para sempre minha alma foi criada

Sofia de Mello Breyner


quarta-feira, agosto 3

Fafe um amor de cidade recebe a partida da Volta a Potugal







Na 72ª edição da prova, a cidade de Fafe cumpre 10 anos consecutivos de Volta a Portugal. O líder da autarquia destaca o papel preponderante da passagem do evento pela nossa cidade, uma aposta para continuar, pelo menos até final do seu mandato. "Pela minha parte, como estou no último mandato, só respondo pelos próximos três anos. Outros responderão a seguir. Lembro, porém, que foi a minha Presidência que trouxe a Volta de novo a Fafe, onde não passava há muitos anos. O início da Volta em Fafe marca um percurso de grande investimento ao longo de todo este tempo", lembra José Ribeiro, destacando que "a chegada dos ciclistas é sempre um momento de festa e de grande entusiasmo para a população, mas também de enorme carinho para com os atletas e suas equipas. Começar em Fafe a Volta a Portugal, penso que é um sinal de reconhecimento pelo que fizemos ao longo dos anos, é colocar a nossa terra definitivamente no coração da Volta.

terça-feira, agosto 2

Gosto de viajar através da magia do cinema e conhecer ainda que de forma ilusória o passado o presente e o futuro de outras paisagens e outras gentes.


Na vizinhança, ninguém tinha televisão, só existia a do Sr. Joel o vendeiro do lugar. As crianças amontoavam-se todas à porta a olhar para a caixinha magica. O S.r Joel receoso que aquela gente lhe estraga-se o negocio que decorria no interior da taberna, irritava-se muito e atirava copos de agua para afastar os indesejáveis espectadores. A porta, não podia fechar e era só ele virar costas nós puxavamo-nos todos novamente à frente.

Quando fui ao Teatro Cinema de Fafe pela primeira vez ver um filme fiquei deslumbrada. Até essa altura, casa com paredes e tectos tão bonitos só conhecia os da nossa Igreja.

Quando abriu o estúdio de Cinema no quartel dos Bombeiros em Fafe fui trabalhar para lá. Gostei muito, daquele emprego!!!

O ultimo filme que vi no cinema foi à cerca de dois meses o filme “Lourdes”na Sala Manuel de Oliveira em Fafe.

Vi nos últimos dias o filme (O discurso do Rei) e gostei.
Também gostei do filme de 1951 de Vittorio De Sica ( Milagre em Milão)


Milagre em Milão, é um filme de excelente qualidade, que tem como cenário e pano de fundo, as dificuldades enfrentadas pelas pessoas num ambiente típico do pós-guerra. As metáforas são repletas de simbolismo e contam-nos a historia de um povo sobrevivente, que assiste às constantes injustiças de ver interesses particulares a sobreporem-se aos colectivos.

A historia começa quando uma senhora já de idade avançada descobre um menino recem nascido na sua horta. A adorável senhora , leva-o para casa e cria-o como um filho.
Quando a senhora morre o rapaz é levado para um orfanato.


Quando sai do orfanato o rapaz de aspecto bonacheirão, passa a vida a fazer o bem sem olhar a quem. Cordial para com todos nos gestos e nas palavras, cheio de alegria e boa disposição o rapaz está sempre disponível a resolver qualquer problema que apareça na comunidade.

Os verdadeiros problemas só começam aparecer, quando a mãe lhe aparece vinda do Céu e lhe traz um presente que tem o poder de realizar todos os seus desejos. O rapaz não perde tempo e começa logo ajudar os amigos, que com ele partilhavam o frio e a fome.

Aquelas pessoas que celebravam a vida com as coisas simples como ver um pôr- de- sol, ter uns sapatos, pão para comer, e água para beber, começaram a ficar mesquinhas e egoístas.
Pediam, sempre mais e mais, artigos de luxo e bens valiosos, deixando dessa forma transparecer toda a sua miséria interior.